Mostrar mensagens com a etiqueta vida. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vida. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, outubro 01, 2009

Deserto que a mim pertences

Queria voltar a ti, respirar o teu ar infértil, o calor seco e o cheiro a peles e vida.

Voltar a ver o que não há para ver, um imenso deserto, onde habitam apenas escorpiões, criaturas de outros tempos e nómadas que perderam a noção do tempo, para se tornarem seres que te consome e te dão vida.

Ouvir o imenso som do silêncio, avassalador e intenso como mais nenhum outro.

Caminhar na areia fina e sentir o calor na minha pele, a queimar, sentir que o mundo me pertencem e em ti serei sempre livre.

terça-feira, setembro 22, 2009

I'm gone and i'm not gone!

Que é como quem diz, estou bem, há muito tempo que procurava este bem. o Equilíbrio das energias, das forças e acima de tudo de mim própria.

Estou cansada, mas agora é físico. é um cansaço quase bom, de quem quer aproveitar a vida até ao ultimo minuto, até ao último raio de sol.

Há um alinhamento de vontades, certezas e talvez objectivos e acima de tudo há esperança.

O tempo me dirá, que me espera, mas agora sim, estou preparada para ver e sentir o que por aí vier.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

...carta para mim...

Olá Rita,

Não sei se vais ter tempo para conseguires parar para ler. Pois já sei que o teu tempo é escasso e que nunca queres pensar demasiado, nem avaliar o que se passa em volta. porque simplesmente acreditas que já chega. É chegada a altura de fechar os livros e caminhar sempre em frente, sem sequer olhar para trás, nem pestanejar, porque o micro segundo que a palpebra se fechar podes perder qualquer coisa. E isso não pode ser. A vida é demasido curta para perder tempo com futilidades e coisas sem sentido,

Quando estas palavras chegarem a ti, espero que tenhas encontrado aquilo, que nem tu sabes o quê, que tanto procuras, ou talvez chegas-te à conclusão que não há nada mais para encontrar, senão isto mesmo que está á tua frente.

Lisboa, Fevereiro de 2009


esta carta é fruto disto.

terça-feira, fevereiro 17, 2009

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Liberdade relativa


Obviamente todos somos completamente livres de fazer, dizer, sentir aquilo que quisermos, mas sempre dentro das limitações que constroem a nossa vida.

Pois apesar da liberdade, o ser humano está sempre pendente da sociedade em que vive, dos seus costumes, usos e valores. A educação que nos é dada faz de nós um conjunto de características, defeitos e atributos que faz de nós quem somos, em conjunto com as nossas vivências.

Depois, profissionalmente somos colocados num local com regras próprias, que nos obrigam a agir de certa forma a “vestir uma camisola” que na realidade nem se quer é a nossa, e trabalhamos para viver, porque o dinheiro nos controla.

E quando achamos que já conseguimos auto sustentarmos, temos o nosso espaço, a nossa vida, a maior parte dos seres humanos, passa a vida a procurar alguém para se voltarem a prender.
Somos seres muito estranhos e a liberdade é de facto relativa.

sábado, janeiro 24, 2009

Uma certa falta de ar

Hoje acordei em sobressalto, por nada. Corri que nem uma louca para chegar a um sítio que conheço de cor, para ver pessoas que conheci toda a minha vida. A estrada era a mesma, o caminho repetiu-se como sempre. Mas a diferença estava em mim, eu já não sou a mesma que era quando daqui saí. Sou mais eu.

Encontrei enquanto andava entre cá e lá, a minha essência, num equilíbrio entre o antes, o agora e o que há-de ser um dia.

Falta-me o ar porque onde quero chegar, vou indo, mas com pressa.
Assim sou eu, a intensa.

domingo, janeiro 18, 2009

Marcar uma diferença

Depois de ter visto a Valsa com Bashir, surgiu em mim algo que estava adormecido há muito, o desejo de fazer alguma coisa para poder marcar uma diferença. Desde miúda que sempre sonhei em ter um trabalho com qualquer espécie de fim social, assim ao começar os estudos superiores tive oportunidade de fazer voluntariado na AMI- Centros Porta Amiga, numa associação de ajuda a toxicodepentes e outro pequenos gestos voluntários.

Mas feliz ou infelizmente a minha profissão nada tem a ver com causas sociais, muito lobge disso, e a futilidade do dia-a-dia cada vez me parece menos glamorosa e interessante.

Assim tento acreditar que apesar de tudo consigo arranjar formas de marcar alguma diferença, ajudando quem me está mais próximo em pequenas coisas, dando algum dinheiro a associações como a UNICEF, a Cruz Vermelha ou a Oxfam.

Mas também podemos contribuir fazendo levar a nossa voz onde é necessária e para isso surgiu uma associação cujo trabalho valorizo bastante a AVAAZ (que significa voz em várias linguas), a qual apoiada nas novas plataformas virtuais consegue chegar aos líderes mundiais as nossas vozes. Por favor inscrevam-se e participem, marquem uma diferença!

deixo-vos o spot da última camapnha desta associação sobre o impedimento do choque de civilizações:

segunda-feira, janeiro 12, 2009

Eu já...

Sei quem sou
encontrei muito do que procuro
senti a areia fina e quente nas mãos
vi aquele pôr do sol
saborei o chocolate como se fosse o último
toquei a mão que aperta
abracei com paixão
sentir o calor bom na cara
ri muito e gargalhei ainda mais!
sei que há pessoas maravilhosas na minha vida
ouvi a música que me arrepia
chorei mágoas, felicidades e penas
senti as borboletas na barriga
vi muita beleza
me emocionei
sei que posso fazer muito bem
olhei com olhos de ver
me senti desejada
acreditei em muita coisa
....

a convite da amiga Cheia de Tudo e Cheia de Nada

sábado, janeiro 10, 2009

hoje a música é esta...

KT Tunstall - Suddenly I see


Her face is a map of the world
Is a map of the world
You can see she's a beautiful girl
She's a beautiful girl
And everything around her is a silver pool of light
The people who surround her feel the benefit of it
It makes you calm
She holds you captivated in her palm

Suddenly I see
This is what
I wanna be
Suddenly I see
Why the hell it means so much to me

Suddenly I see
This is what I wanna be
Suddenly I see
Why the hell it means so much to me

I feel like walking the world
Like walking the world
You can hear she's a beautiful girl
She's a beautiful girl
She fills up every corner like she's born in black and white
Makes you feel warmer when you're trying to remember
What you heard
She likes to leave you hanging on a word

Suddenly I see
This is what I wanna be
Suddenly I see
Why the hell it means so much to me

Suddenly I see
This is what I wanna be
Suddenly I see
Why the hell it means so much to me
And she's taller than most
And she's looking at me

I can see her eyes looking from a page in a magazine
She makes me feel like I could be a tower
A big strong tower
She got the power to be
The power to give
The power to see
Suddenly I see

She got the power to be
The power to give
The power to see

Suddenly I see

She got the power to be
The power to give
The power to see
Suddenly I see

She got the power to be
The power to give
The power to see
Suddenly I see
She got the power to be
The power to give
The power to see

Suddenly I see

This is what I wanna be
Suddenly I see
Why the hell it means so much to me

Suddenly I see
This is what I wanna be
Suddenly I see
Why the hell it means so much to me

Suddenly I see
Suddenly I see
This is what I wanna be
Suddenly I see
Why the hell it means so much to me

Suddenly I see
Suddenly I see
Why the hell it means so much to me

terça-feira, dezembro 30, 2008

Resoluções de final de ano para 2009

Ser mais Zen
Olhar mais por mim
Ser menos emotiva [com coisas que não interessam]
Ser mais emotiva [com as coisas que realmente importam]
Conhecer novas paragens
Rodear-me de pessoas boas
Atrair boas energias
Afugentar as mágoas
Manter o sorriso e reforçar a gargalhada!
Estar mais disponível para quem me merece
Ser ainda mais eu [em bom]
Apagar todos os arrependimentos
Viver sempre todos os dias como se fossem o último!!

E a música vai ser esta! COLDPLAY - VIVA LA VIDA

O que fica de 2008...

De como os números pares não são bons para mim.
Consigo ultrapassar os meus limites e voltar sempre a levantar-me.
Tenho pessoas maravilhosas na minha vida.


E a música...foi esta

domingo, dezembro 28, 2008

Virar a página

Cheguei ao fim das páginas deste livro. Era um livro sobre vida, sorrisos, sentimentos, abraços e ternura. Tratava-se de um romance inventado por alguém que entre cansaço, esperança e procura colocou nas suas páginas uma mensagem de amor e de pureza.

Tinha muitas páginas, muitos capítulos, durava anos e passava-se entre aqui e o resto do mundo.

O fim não era o esperado, mas enquanto o lia fui quase feliz. Agora acabou, virei a última página e preparo-me para encontrar novo livro.

domingo, dezembro 21, 2008

É possível?

Ter aquilo que mais queremos
Ser felizes
Acreditar nas pessoas
Ultrapassar tudo
Não repetir os mesmo erros
Continuar a sonhar
Existirem pessoas verdadeiramente boas
Viver intensamente todos os dias
Perder os medos
...não sei...

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Um quadro misto

Depois de muito lutar contra mim mesma, esgotar-me e levar-me quase aos meus limites, decidi que é tempo de começar a cuidar de mim. A mimar-me e acima de tudo a preservar-me, ou melhor a proteger-me.

Assim além de começar novamente a fazer exercício físico regularmente, de procurar estar com as pessoas que me fazem bem, passear mais, sorrir mais, pensar menos, decidi procurar tratamento. E este nunca poderia ser um médico comum. Substâncias químicas jamais conseguirão curar o que me aflige.

Logo nada melhor que a Medicina Tradicional Chinesa, que me vai aliviar as maleitas físicas e curar um bocadinho o espirito, nivelar as minhas energias e quem sabe além de ficar bem ainda consigo ser feliz....

Bem, mas isto tudo para dizer que a minha médica me diagnosticou um quadro misto, ou seja como tudo na minha vida nunca nada é branco ou preto, tinha que ser qualquer coisa mista, indefinida.

Tratamento: 19 agulhas pelo meu corpo uma vez por semana e uma espetada na minha orelha permanentemente até cair por si só.

Medo? Dor? Não. Esperança.

terça-feira, dezembro 16, 2008

Mundo paralelos, vidas virtuais ou tecnologias de falsidade?

Ao passar os olhos por alguns blogs, folhear algumas revistas e inclusive no livro que estou a ler neste momento sobressai o Second Life* e a tentativa dos seus utilizadores fazerem dessa realidade paralela uma tentiva de ser quem não são.

Ou melhor o Second Life dá-lhes a oportunidade de poderem ser tudo aquilo que nunca puderam, quiseram, conseguiram ou tiveram coragem para ser.

Pois ao assumirem a identidade de um qualquer Avatar, no qual podem inclusive mudar de sexo, raça, credo, é todo um mundo de procura de novas identidades, ou por outra de subversões de personalidade.

Na minha opinião uma faca de dois gumes, pois é de facto atraente assumir outro “eu” e fazer tudo sem grandes consequências, mas ao mesmo tempo o perigo de não conseguir sair dessa espiral de falsidade é preocupamente e assustadora.

Mas é deveras auspicioso alguém ter inventado semelhante conceito de dar a alguém uma segunda oportunidade de viver outra vida, é um facto.

*Second Life® is a 3-D virtual world created by its Residents. Since opening to the public in 2003, it has grown explosively and today is inhabited by millions of Residents from around the globe.

domingo, dezembro 14, 2008

“E tu, de que é que precisas?”

Sem dúvida a pergunta mais parva associada a uma marca de telecomunicações móveis, mas ao ouvi-la tão repetida e insistentemente no rádio do carro comecei a achar que era mesmo algo que precisava de me perguntar a mim própria.

Dei voltas e voltas à minha cabeça por uma resposta verdadeira e imediata, mas ela não existe. Porque na realidade preciso de muita coisa e ao mesmo tempo de nada.

Tudo se resume a uma questão de equilíbrio. A conseguir nivelar o positivo e o negativo. Coisa que nunca foi o meu forte, porque o negativo é constante e o positivo lá teima em parecer de tempos a tempos.

Assim o que preciso é provavelmente uma balança para me ajudar a equilibrar e um trampolim para poder saltar sempre mais alto e quiçá uma rede para não ter medo a cair. É pedir muito?

sexta-feira, novembro 28, 2008

O tempo

O tempo tem tanto tempo quanto o tempo tem...mas também tem o tempo que nós quisermos, é nosso para fazer o que quisermos e darmos a quem mais quisermos.

Não controlamos a sua duração, mas o controle é nosso no que respeita ao modo como queremos passa-lo e com quem.

Está nas nossas mãos fazer das horas memoráveis, dos minutos gloriosos e dos dias inesquecíveis.

Vida temos só uma...e é feita de tempo, do nosso tempo...

sábado, novembro 22, 2008

Justiça, falta de sorte, ou sem razão?

Tentamos sempre encontrar explicações e razões para coisas que não devem ter quaisquer explicação lógica. Na vida, na nossa e daqueles que nos rodeiam episódios mais e menos triste sucedem-se, sem nada podermos fazer para remediar ou evitar. E quando estes são menos bons, tentamos encontrar razões e jogamos o jogo dos “ses” e dos porquês, que nos leva numa espiral de nadas.

Provavelmente ao invés de encontrarmos explicações, e questionar o inquestionável, devíamos simplesmente estar perto de quem precisa de nós e aprendermos sempre a dar valor aquilo que realmente importa, porque o nosso tempo aqui é limitado e perdê-lo significa perder-nos.